por PhylteR » Qui 22 Mar 2012 10:58
Bom, estou postando esse tópico nessa seção, que me parece ser a mais cabível. Mas sério, não creio que esse fórum ainda não tenha uma pasta de discussões gerais e notícias sobre o tema (compras e coleções de dvds, etc.), onde seja coerente postar notícias do tipo que estou postando agora. Enfim, ao que interessa:
Segundo Brasil Econômico, apenas Kindles, livros, CDs e DVDs seriam vendidos no começo, e produtos de maior porte ficariam para o ano seguinte.
O Brasil deve ganhar uma versão nacional da Amazon em setembro deste ano. A princípio ela venderá apenas Kindles, livros, CD e DVDs - incluindo aí softwares e games – mas é possível que passe a comercializar produtos de maior porte já no ano seguinte.
A informação vem de um documento da própria empresa, ao qual o jornal Brasil Econômico diz ter tido acesso. Em entrevista ao periódico, um executivo ligado à companhia, que preferiu não se identificar, afirmou que o portal já está atrás de um centro de distribuição em São Paulo, Estado que responde pela maior parte das vendas do setor.
O e-commerce nacional é o sétimo maior do mundo – em 2011 arrecadou 18,7 bilhões de reais – e, segundo o instituto Translated.net, deve alcançar a quarta posição em 2015. Para efeito de comparação, ano passado a renda da Amazon foi de 87 bilhões de reais, vinte vezes mais que os 4,2 bilhões da B2W – controladora de Submarino, Shoptime e Americanas.
A abertura da loja virtual da gigante é comentada há algum tempo. Em julho de 2011 ela começou a contratar no País – buscava um gerente sênior para o setor do Kindle – e em dezembro passou a oferecer serviços de computação em nuvem para companhias. Sua chegada é natural, pois já está presente nos seis maiores mercados globais (Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França) e o Brasil é o próximo da lista – Espanha e Canadá também possuem versões locais do site.
A Amazon, para manter sua imagem intacta –é a terceira empresa mais admirada pelos norte-americanos – terá de superar problemas de logística, transporte e tributação, que prejudica a maioria dos concorrentes por aqui. Por isso, talvez, deverá começar com produtos pequenos, cuja entrega é bem mais simples.
Será interessante caso a loja venha para cá com a mentalidade de fora - bons preços aliado a um excelente atendimento e pós-venda. Mas se escolherem um grupo de executivos meia-boca pra administrarem, tem tudo pra virar um novo B2W ou Walmart.