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Sobre o autor

Jotacê é viciado em DVDs desde 2004 (começou tardiamente, na idade do metal discóide furado). Hoje em dia compra poucos DVDs para investir mais nos discos do raio azul (que coleciona desde 2008). Resolveu ter um site em 2008 para que fosse possível publicar tudo o que pensava sobre os disquinhos lançados no Brasil. E cá estamos nós! Twitter | YouTube | Flickr | Coleção
  • Fabiano G. Souza (Nerdmor.com)

    Alguém é fã de Aquarius por aqui!

  • Anderson Siqueira

    Esse aí vai ser como aquele da Rita Cadillac… logo logo será encontrado pro preços entre R$ 1,99 até R$ 4,99

  • Nelson_bjc

    Aquarius com desconto? Não compro e quero troco.

    • Lee Batista

      De graça ainda é caro.

  • Jonathan Humberto

    Quanto preconceito e hipocrisia dos leitores do BJC por aqui.
    90% de quem critica Aquarius sequer o viu. Baseia-se basicamente naquela velha e insuportável picuinha política que se estabeleceu ao redor do filme.
    Pelo amor de Deus, gente, estamos falando de cinema, de qualidade cinematográfica, coisa que quem assistiu ao filme, inegavelmente sabe que ele tem.
    Deixem de ser amargos e superficiais.
    Poupem as pessoas que ainda não viram o filme desse tipo de crítica sem fundamento, pois infelizmente, eles podem acreditar e deixar de presenciar uma das obras nacionais mais bem feitas dos últimos anos por conta de comentários de quem nem mesmo o assistiu.

    • Melhor comentário da semana!

    • Beto Sobral

      Fiz um longo comentário defendo os leitores que foram chamados de preconceituosos e hipócritas, mas como o dono do Blog não defendeu o seu publico, não serei eu, que irar defender o publico .
      Vou esperar cair o preço, depois colocarei em minha videoteca .

  • Cleber Alves Ferreira

    Em várias lojas o bd está a R$39,90. Eu mesmo comprei no reserva cultural por este preço.
    Quanto ao filme, é excelente, possivelmente o mais representativo da realidade do pais em anos. Perde o país, que não o colocou como representante para concorrer ao oscar devido o acirramento político no país.

  • Simmons

    É difícil não rir das “manifestações” dos simpatizantes da esquerda. Sempre arrogantes – se achando os “donos da verdade” – e ignorantes – incapazes de proferir uma frase corretamente. Hipocrisia é sinônimo de falsidade, de dissimulação. Portanto não é cabível acusar alguém de ser hipócrita só porque não tem interesse em ver o referido filme. Também não é correto dizer que exista picuinha, pois ninguém aqui está “implicando” com o filme para aborrecer alguém – mas apenas exercitando a livre expressão (permitida onde não há regime político ditatorial).

  • Simmons

    É difícil não rir das “manifestações” dos simpatizantes da esquerda. Sempre arrogantes – se achando os “donos da verdade” – e ignorantes – incapazes de proferir uma frase corretamente. Hipocrisia é sinônimo de falsidade, de dissimulação. Portanto não é razoável acusar alguém de ser hipócrita só porque a pessoa não tem interesse em ver um filme. Também não é cabível dizer que exista picuinha (de qualquer natureza), pois ninguém aqui está escrevendo para “implicar” – com o objetivo de aborrecer alguém – mas apenas exercitando seu direito constitucional de liberdade de expressão. Sempre é bom relembrar os mais “desatentos” de que este blog NÃO é um fórum para comentar as obras, mas as mídias que foram lançadas destas. Por esta razão as informações adjacentes à produção – como, por exemplo, o caráter seus realizadores – e ao produto físico são mais pertinentes que o filme propriamente dito.

    • Jonathan Humberto

      Como o seu recado foi redigido diretamente a mim, me sinto no direito de deixar algumas coisas bem claras antes de dar essa discussão como encerrada para mim, já que, como todas que envolvem preconceito, são infrutíferas.
      A primeira pergunta que lhe faço é: em que momento falei em “esquerda” ou “direita”? Em que momento disse isso para que você pudesse categoricamente saber minha opinião política.
      Lamento por trazer essa notícia, mas não é preciso ser de esquerda para ver as qualidades do filme em questão, muito menos para assisti-lo. Menos ainda para apreciá-lo.
      Quanto ao ser incapaz de proferir uma frase corretamente, vou me limitar a dizer que sei o significado do que é ser hipócrita muito bem. Como pode não ter ficado muito claro para alguns, vou explicar o porquê dessa palavra ter sido usada.
      Existe algo mais hipócrita que falar mal de algo que sequer viu (mas que finge ter visto) simplesmente para criticar por criticar?
      E junte a isso o preconceito pelo fato dos realizadores não terem a mesma opinião política que vocês, e pronto, o pacote está completo.
      Vocês não são obrigados a gostar de Aquarius, vocês não são obrigados a assisti-lo e muito menos a comprá-lo. A questão não é essa. Não quero converter ninguém, nem convencê-los a assistir o filme. Entendam, ou pelo menos tentem entender isso.
      Meu único ponto aqui é: para julgar uma obra com tanto sarcasmo, ironia e insistência toda vez que ela é citada no Blog (que é o que aconteceu em todas as vezes em que esse filme foi mostrado por aqui) é uma atitude infantil e digna de pena.

      • Simmons

        Eu não li nenhum comentário contrário ao filme em que o autor tenha dito que “viu e não gostou”. Então, se ninguém “fingiu ter visto para criticar”, sua acusação de que são “hipócritas” todos que decidiram boicotar Aquarius ou simplesmente não gostam de quem participou de sua realização – seja por suas atitudes pessoais, seja por seus outros trabalhos “artísticos” – é descabida e injusta. Se você insiste neste erro, não deve saber qual é o significado da palavra.
        Se você tivesse compreendido os comentários contrários à produção, saberia que o principal motivo de rejeição contra Aquarius é a postura indigna e imoral de quem o produziu. Você tem todo o direito de elogiar um filme do qual gostou e até de tentar convencer outras pessoas a assisti-lo. Mas não tem o direito de menosprezar, ofender ou censurar todos aqueles que não gostam de determinados atores, diretores, produtores… e – com o direito que lhes é garantido – manifestam seu repúdio ao que estes fazem ou fizeram – dentro ou fora “das telas”.
        A ideia de que é preciso ver, experimentar, para conseguir formar uma opinião sobre algo é limitada e denota incapacidade de associação e falta de inteligência dos que acreditam nisso. Eu não preciso assistir a um estupro para me enojar, não preciso presenciar um infanticídio para me compadecer, não preciso testemunhar atos de corrupção para me indignar… Enfim, quem acha que precisa “comer merda” pra saber se vai gostar ou não é um “animal irracional”.

      • Cleber Alves Ferreira

        Jonathan, esse simmons finge não entender o que você e outros usuários escreveram sobre o filme.
        Ele alega que este blog não é para comentar a obra em si, mas foi o primeiro a tecer comentários de seus realizadores, politizando a discussão.
        Para ele isto não é fazer considerações sobre o filme.
        Quanta hipocrisia….

        • Jonathan Humberto

          Exatamente. Por isso não perdi meu tempo continuando essa discussão. Fica complicado tentar dialogar com pessoas de mente tão fechada.

      • Simmons

        Eu não li nenhum comentário contrário ao filme (neste blog) em que o autor tenha dito que “viu e não gostou”. Então, se ninguém “fingiu ter visto para criticar”, sua acusação de que são “hipócritas” todos que decidiram boicotar Aquarius ou simplesmente não gostam de quem participou de sua realização – seja por suas atitudes pessoais, seja por seus outros trabalhos “artísticos” – é descabida e injusta. Se você insiste neste erro, não deve saber qual é o significado da palavra. Se você tivesse prestado atenção nas manifestações contrárias à produção, saberia que o principal motivo de rejeição contra Aquarius é a postura indigna e imoral de quem o produziu. Você tem todo o direito de elogiar um filme do qual gostou e até de tentar convencer outras pessoas a assisti-lo. Mas não tem o direito de menosprezar, ofender ou censurar todos aqueles que não gostam de determinados atores, diretores, produtores… e – com todo o direito que lhes é garantido – manifestam sua repulsa contra o que estes fazem ou fizeram – “dentro ou fora das telas”. A ideia de que é preciso ver para conseguir formar uma opinião sobre algo é, no mínimo, equivocada e revela incapacidade de associação e pouca inteligência dos que acreditam nisso. Eu não preciso assistir a um estupro para me enojar, não preciso presenciar um infanticídio para me compadecer, não preciso testemunhar atos de corrupção para me indignar… Enfim, quem acredita que precisa experimentar “merda” pra saber se vai gostar não é racional e eu não tenho pena de gente que não pensa.

        • Kathy

          Amigo Simmons, quem iniciou as ofensas e o menosprezo a outros usuários foi você.
          Outro ponto importante citado, se você conhece a situação de incentivo à cultura e os recursos obtidos através de desonerações fiscais, saiba que a percentagem de apoio e repasse é menor que 1% ao ano, ou seja, o país investe “pouco” se comparado a outros países em algo que é considerado uma das bases da educação.
          Enfim, não sou de acordo com a lei Rouanet, pois claramente muitos desvios, falcatruagens e projetos estapafúrdios são aprovados e recebem incentivos, porém não acredito que reduzir incentivos na área ajudaria, e imagino que a longo prazo tal atitude poderia ser desastrosa. Mas creio que mudanças poderiam ser feitas, e uma melhor administração desses recursos seriam bem-vindas.

          • Simmons

            Kathy, o que fiz foi escrever uma resposta em defesa dos que postaram algumas poucas notas ironizando a promoção do dito filme. Repare que só porque algumas pessoas fizeram gracejos – dizendo que não comprariam, que não teriam interesse nem de graça ou que as mídias do filme ficarão encalhadas nas lojas – foram todas taxadas com a pecha de “preconceito” e “hipocrisia”. Note que ninguém escreveu “eu não vi e não gostei”, logo não há porque chamar alguém de preconceituoso. Note também que ninguém escreveu “eu vi e não gostei”, logo não há base para acusar alguém de estar sendo dissimulado, falso ou hipócrita. Ninguém é obrigado a gastar seu tempo e dinheiro para experimentar algo que acredita que não vai gostar. Eu não preciso ouvir o último CD do Mc Kelvinho pra saber que não gostarei. Eu não preciso experimentar ‘carne podre de tubarão’ (um prato tradicional da Islândia) pra saber que não gostarei. Como não havia motivos plausíveis para que os “leitores do BJC” fossem acusados daquela maneira, eu chamei o autor de “arrogante” (pois foi insolente e menosprezou quem não “apoia” o filme) e de “ignorante” (pois utilizou palavras cujo significado mostrou desconhecer).
            Eu concordo com você que no Brasil a cultura recebe menos recursos do que seria ideal e nem digo que o problema esteja na Lei Rouanet, mas na falta de critérios claros e transparentes para autorização de captação de recursos, bem como de uma fiscalização rígida da aplicação destes.
            São inúmeras as críticas ao governo corrupto deposto, mas, no tocante a este tópico, eu só posso sentir nojo desses “artistas” que receberam todo tipo de vantagens (talvez não ilícitas, mas, com certeza, imorais) única e exclusivamente por causa de seu “alinhamento ideológico” com o Partido dos Trabalhadores. E, evidentemente, minha repulsa se estende a tudo o que eles venham a fazer.
            O problema não é “ser de esquerda”. Não me incomoda o fato de Chico Buarque ou Caetano Veloso serem simpatizantes, porque sei que eles não precisam receber dinheiro sujo para alavancarem seus projetos – pois suas carreiras já estão consolidadas. Mas me incomoda demais saber que o Lula e a Dilma desviavam dinheiro público para custear qualquer um que pudesse ser comprado para apoiá-los – de políticos, “artistas”, “jornalistas”, “escritores”, “blogueiros”, “líderes de movimentos sociais”, etc. a chefes do crime organizado e chefes de estado.

          • Simmons

            Kathy, eu simplesmente escrevi uma resposta em defesa dos que postaram algumas poucas notas ironizando a promoção do dito filme. Repare que só porque essas pessoas fizeram gracejos – dizendo que não comprariam, que não queriam nem de graça ou que as mídias do filme ficarão encalhadas nas lojas – foram rotulados com a pecha de “preconceito” e “hipocrisia”. Note que ninguém escreveu “eu não vi e não gostei”, logo não há porque chamá-los de preconceituosos. Note também que ninguém escreveu “eu vi e não gostei”, logo não há elementos para acusá-los de estarem sendo dissimulados ou hipócritas. Ninguém é obrigado a gastar tempo e dinheiro para experimentar algo que sabe que não vai gostar. Eu não preciso ouvir um CD do Mc Kelvinho pra saber que não gostarei. Eu não preciso degustar ‘carne podre de tubarão’ (um prato tradicional da Islândia) pra “ter certeza” de que vou detestar. Por isso, não vendo razões para que os “leitores do BJC” fossem acusados daquela forma, eu chamei o autor do comentário de “arrogante” (pois menosprezou quem não “apoia” o filme) e de “ignorante” (pois usou palavras aparentemente desconhecendo o que significam).
            Eu concordo com você que no Brasil a cultura recebe menos recursos do que seria ideal, mas não digo que sou contra a Lei Rouanet, pois o verdadeiro problema está na falta de transparência dos critérios para a concessão de autorizações para captação de recursos e na inexistência de uma fiscalização da aplicação destes.
            Quanto ao filme em questão, o que posso dizer é que sinto nojo de todos os “artistas” que foram regiamente pagos com recursos públicos para/por serem “estridentes macacos de auditório” do governo PeTista e, naturalmente, minha repulsa se estende a tudo o que eles fazem.
            Eu não estou nem aí se Chico e Caetano são “de esquerda”, porque (creio que) eles não precisam de dinheiro sujo pra financiar seus projetos. Mas me incomoda saber que o Lula e a Dilma desviaram bilhões de reais do “nosso dinheiro” pra dar aos seus “aliados” – que vão de políticos, “artistas”, “jornalistas”, “escritores”, “blogueiros”, “líderes de movimentos sociais” a chefes do crime organizado e autoridades de outros países – em troca de apoio.

    • Cleber Alves Ferreira

      Errado meu caro. tecer comentários para além do filme em si, como por exemplo, o comportamento político de seus realizadores, é sim fazer considerações sobre a obra, já que a relação é dialética.
      Repito, você deveria se limitar a fazer considerações sobre a obra, após assisti-la, já que o que você escreve nos posts deste filme, não acrescenta nada a quem ainda não o assistiu.
      Chega a ser ridícula esta sua insistência em desqualificar a opinião de quem assistiu e gostou do filme, reduzindo-os a serem de posicionamento político de esquerda; e se forem, qual o problema?
      Ser de direita – como parece ser seu caso – não desqualifica sua opinião, quando bem embasada; o que efetivamente não é o caso.

      • Simmons

        O “Blog do Jotacê – O site dos colecionadores brasileiros” tem como principal objetivo divulgar e comentar sobre itens colecionáveis relativos ao cinema, TV, música, games, quadrinhos e livros (se você não sabe disso, provavelmente está postando no blog errado). Se o BJC anuncia produtos que podem ser comprados (e para tanto existem os links) é possível afirmar que as opiniões sobre quem os faz/fez sejam tão relevantes quanto às sobre o objeto em si. Já se foi o tempo em que interessava apenas o preço e, às vezes, a qualidade do produto. Hoje em dia, consumidores responsáveis e conscientes também procuram se informar sobre a idoneidade do “produtor” – incluindo seu “comportamento político”, ético, moral e legal. Limitar-se às “considerações sobre a obra” é a postura de quem aceita receptar produtos roubados ou falsificados, comprar produtos fabricados por mão-de-obra infantil ou escrava, pagar pra assistir a filmes cuja produção foi financiada com recursos públicos por motivos moralmente questionáveis (mas facilmente compreendidos).

        • Ivan

          Simmons claramente é um pseudo pensador de direita, com as ideias totalmente mal elaboradas, sem qualquer ideologia….. como diria outro pensador, ele julga um perfume pelo frasco!!! Lamentavelmente, pois parece o típico alienado da mídia.

          Consegue se contradizer em poucas frase. Primeiro ele cita “É difícil não rir das “manifestações” dos simpatizantes da esquerda. Sempre arrogantes….” ele acaba de ser arrogante ao postar essa frase, acho que só ele não percebeu. Depois ele cita “o blog tem como principal objetivo divulgar e comentar sobre itens colecionáveis relativos ao cinema”, não entendi o comentário no primeiro post, pois claramente ele está expressando a opinião política, e não expressando opinião sobre divulgação e comentário sobre itens colecionáveis como ele defende no segundo post.

          Acho que todos têm o direito de postar aquilo que acham conveniente, desde que não ofendam outras pessoas diretamente ou não.
          E ele se contradisse novamente quando cita: “…mas apenas exercitando seu direito constitucional de liberdade de expressão…”. Afinal, podemos ou não postar aquilo que bem entendemos?!?!?

          Ou a ideia dele foi expressada de maneira incorreta, ou a opinião dele é bastante confusa.

          Abraço Simmons, e não dissemine o ódio entre as pessoas, atitudes como essa não precisamos…

          • Simmons

            A julgar pelo seu comentário, você demonstra uma capacidade limitada de compreensão de texto. Em uma de minhas réplicas eu expliquei “didaticamente” porque um consumidor responsável e consciente deve se informar sobre quem produz o item à venda – visto que é disso que trata o site: objetos físicos que podem ser colecionados (mídias digitais à parte). Este espaço não é destinado à análise artística das obras (como alguns parecem acreditar), mas principalmente aos produtos fabricados a partir destas (como mídias físicas e memorabílias). O direito de “postar aquilo que bem entendemos” termina onde começa o direito dos outros de não serem ofendidos gratuitamente (apenas porque têm preferências diferentes das suas). Quando todos que expressaram antipatia ao filme foram taxados de “hipócritas” (o que, de acordo com o significado da palavra, de fato não são), achei apropriado me manifestar e expor as incongruências no comentário ofensor. Expressar opiniões e trocar ideias é o que se faz em um fórum. Ninguém tem o dom de “disseminar o ódio entre as pessoas”, apenas, quando muito, de transmitir informações. Além do mais, tenho certeza de que, enquanto temos posições antagônicas sobre este filme específico, podemos ter muitas opiniões semelhantes sobre outros assuntos. Debate não é briga e internet não é ringue…

            • Ivan

              Continuo não entendendo então o porquê você postou uma opinião política, se defende que este blog é voltado a objetos físicos colecionáveis….. Se o blog não é voltado a análise artística (como citou), ele pode ser voltado a análise política?
              Outra contradição?!?!?!?

            • Kathy

              Pessoal, esse Simmons quer apenas chamar atenção, não deem atenção, ele não sabe nem o que diz.
              Ótima colocação do Jonathan!

        • Cleber Alves Ferreira

          Muito lero lero para chegar a conclusão que sua análise sobre o filme, extrapola o caráter que você mesmo atribuiu ao blog.
          Você pode escrever a desculpa que quiser, não convence em relação a “armadilha” que você mesmo armou.
          Quem leva o cinema a sério, sabe que ao analisar um filme, é fundamental contextualiza-lo à sociedade que o produziu, pois nenhuma ideia, por mais inocente que pareça, é desprovida de intencionalidade.
          A princípio, quem confunde, ideologia com qualidade artística, fica distante de uma análise mais imparcial do conjunto da obra.
          Ser de posicionamento político de esquerda, não me insensibiliza, de ver qualidades artísticas na obra de realizadores de direita, apesar de divergirmos, do ponto de vista sócio-cultural, da propagação ideológica que a obra remete.

          • Simmons

            Eu não atribuí caráter algum, apenas tive o cuidado de ler todas as informações no site (quem se der ao trabalho de pesquisar poderá ver, inclusive, que discussões ”mais acaloradas” sobre a qualidade artística das obras são indesejadas, por não ser este o foco do blog). Eu não armei “armadilha” alguma, apenas expliquei porque no BJC – em que os anúncios e as matérias são sobre os produtos – as informações sobre quem produz são relevantes e oportunas para o consumidor em potencial. Ignorar a conduta ética, moral e legal de quem produz ou vende algo que você tem a intenção de consumir é o mesmo que compactuar com eles. Desta forma você se torna cúmplice – de quem rouba, falsifica, contrabandeia e pratica corrupção – toda vez que compra uma pilha alcalina ou um DVD pirata do camelô, toda vez que adquire aquele produto “de marca” (made in China) pela metade do preço, toda vez que você paga para assistir a uma “produção nacional” patrocinada com recursos públicos (sim, públicos, pois é isso que são as desonerações fiscais para “incentivo à cultura”), sendo que este dinheiro deveria ter sido empregado para questões mais urgentes como, por exemplo, salvar vidas. Ao invés disso, o governo corrupto deposto considerava mais importante custear seus “propagandistas”, doutrinadores “formadores de opinião”, e outros apoiadores menos sutis. A propósito, dizer que alguém “nem sabe o que diz” ou que “continua não entendendo” – quando qualquer pessoa capaz de ler e interpretar um texto pode comprovar o contrário (independentemente de concordar) – não acrescenta nada à conversa e serve apenas para salientar o pauperismo intelectual daqueles que fazem esse tipo de intervenção.

            • Beto Sobral

              O Povo vem, ofende os leitores do Blog e se acham na razão .
              Comentei antes, se dono do Blog não defende os leitores do Blog, eu que não irei defende-los .
              Simmons, não adianta dialogar, eles só vem o que interessa a eles, se quiserem ofender ou cometerem qualquer ataque, deixe para lá, não vale a pena .
              Se você reparou, veio reforço para te atacar, reforço este que não sabem que o Blog é voltado aos colecionistas .

  • ajota1

    Quem julga Aquarius pelo gesto político que os seus realizadores fizeram FORA DA OBRA definitivamente não viu o filme.
    O filme, em si, não contém nenhum posicionamento político-partidário. Façam um favor a vocês mesmo e parem de falar mal do filme sem ter assistido ou somente por discordar da posição dos realizadores.
    Além disso, Aquarius não listou o TOP 10 dos maiores veículos de cinema do mundo à toa.