BJC na Microservice!

entrada MicroserviceEntrada da Microservice

Estive presente no evento Blu-ray Experience, promovido pela Microservice como uma “apresentação geral sobre a nova tecnologia, sua evolução técnica sobre outras mídias e dados do mercado internacional e local”. A intenção da empresa é ajudar a divulgar o formato aqui no Brasil, começando pela própria mídia especializada, que no fim das contas pode influenciar bastante a compra de um consumidor.

O evento ocorreu na sede da Microservice em Barueri-SP. Cheguei no local com cerca de meia-hora de antecedência e com isso pude trocar algumas idéias com outros colegas. Foi curioso saber, por exemplo, que a maioria dos que estavam ali para cobrir a matéria não tinham Blu-ray player, assim como eu. E sem dúvida nenhuma, quando nem os que escrevem a respeito têm a possibilidade de experimentar a tecnologia por conta própria, muito pode se perder na difusão de um produto.

A apresentação começou com vários números sobre o mercado de Blu-rays, mostrando a queda de vendas em DVD e o grande aumento de vendas em BD em comparação ao mesmo período do ano passado, como vocês podem conferir nos gráficos a seguir:

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Isso é animador para a nova mídia, sem dúvida. Mas não podemos esquecer que uma mídia já estabelecida como o DVD dificilmente terá um grande crescimento a essa altura do campeonato. A tendência é esse índice se manter estável ou ter alguns picos por conta de algum título com muitas vendas, como Avatar. Já para o Blu-ray, cujas vendas foram muito pequenas no ano passado, é bem mais fácil, em comparação, ter um salto percentual. Ainda sim, saber que nos 4 primeiros meses desse ano já foram vendidos quase 4 vezes mais discos no formato aqui no Brasil é um avanço.

Em seguida Christiann Ferreira, Coordenador de Produtos, fez uma longa apresentação sobre todos os aspectos técnicos do Blu-ray, como sua origem, sua fabricação, suas propriedades exclusivas. Tudo muito didático, mas necessário, já que na hora das perguntas pude perceber que até mesmo profissionais que tratam do assunto têm diversas dúvidas técnicas a respeito. Sobre essa parte, deixo alguns dos slides apresentados por eles:

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Desde o começo da apresentação (que contou ainda com Cibele Fonseca, gerente de marketing, e Alfredo Gallinucci, gerente de operações) eles fizeram questão de frisar que encaram o Blu-ray como uma mídia complementar e não uma mídia substituta. Aqui no BJC já discutimos isso algumas vezes e creio que o pensamento deles é bem acertado. O DVD tem um nível de penetração no mercado que fica difícil de ser colocado à prova de uma hora para a outra. Sem contar que, como o próprio Christiann Ferreira apontou, a adoção do Blu-ray requer um aparato e um investimento muito maior do que o DVD exigiu quando surgiu. Afinal de contas, na época tudo que precisávamos para curtir a revolução do home vídeo era de um player e dos discos. Já com o Blu-ray a situação é diferente. Para aproveitar totalmente e de fato sentir a diferença é preciso não apenas do player, mas de uma TV de Alta Definição e de um home theater completo. E antes que alguém diga que um home theater não é necessário, continue comigo nos próximos parágrafos.

De qualquer maneira, o fato de exigir uma nova televisão o torna um luxo. Não apenas luxo no sentido financeiro, mas no sentido do algo extra. Para migrar para o Blu-ray o consumidor tem que antes querer migrar para uma TV nova, maior e de mais qualidade. E é justamente o desejo por uma TV maior que possibilitou o estabelecimento comercial de uma mídia com uma definição muito superior que a de um DVD. Oras, se o consumidor quer cada vez televisores maiores, querendo trazer para a sala de casa uma experiência mais completa e imersiva, a definição do DVD não daria conta disso, como mostra em síntese o slide abaixo:

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Encarando o Blu-ray como mídia complementar, a Microservice, ao menos, parece saber com que público trabalha e que metas pode ter com o formato. Um colega perguntou a eles quando o BD teria o mesmo número de players nas casas das pessoas que o DVD. E sabiamente responderam que a pretensão não é essa. O que disseram é que a previsão para que o Blu-ray possa ser considerado “popular” é de mais uns 4 ou 5 anos.

Em seguida tivemos uma série de apresentações em vídeo. Aqui preciso dizer que esse evento ocorreu numa sala de cinema existente lá na Microservice. E é uma belíssima sala! Palavra de quem conhece. 😉 Ela conta com projeção digital de 4K e som 7.1. Um belíssimo local para exibição de áudio e imagem.

Sala Microservice

Primeiro foi exibido um trecho de Avatar em Blu-ray (1080p) e devo dizer que para uma tela de cerca de 5 metros de largura por quase 3 metros de altura, a imagem do Blu-ray continuou ótima. Nas nossas TVs então, não precisa nem comentar. Depois foi feita uma demonstração de todo o potencial dos 8 canais de áudio que o BD permite. Mostraram um clipe musical, e apesar de eu ter achado a escolha ruim (há muitos filmes com um som mais impressionante pra se conferir o som), ficou muito claro que maravilha é poder curtir o som em sua totalidade e estado original. Esse, de fato, é o maior alcance do Blu-ray. Porque embora tenha uma belíssima definição de imagem para os tamanhos de televisores demandados atualmente pelo mercado, é no som que está sua maior glória.

Isso porque o Blu-ray possibilita o áudio lossless, sem compressão. É o som como foi pensado e criado pelo designer de som do filme, show ou seriado. É o mesmo som que se ouve numa sala de cinema (numa BOA sala, pelo menos). Por isso mais acima eu destaquei a necessidade de um home theater para um real aproveitamento dessa nova tecnologia. E os que não tinham um e passaram a ter poderão corroborar esse fato aqui nos comentários. 😉

Foi mostrado também um divertido e interessante uso do recurso BD-Live, um dispositivo ainda pouco utilizado pelas produtoras. O exemplo usado foi o do disco de Alien vs Predador, onde basicamente o que pode ser feito é um jogo de tiro em primeira pessoa durante todo o filme. Infelizmente não encontrei nenhum vídeo demonstrativo na internet e esse material não nos foi disponibilizado, mas é como se você jogasse vídeo game, com o filme sendo o cenário e os Aliens, Predadores e humanos que surgem são os alvos, tudo isso online e com outros amigos. O recurso BD-Live também permite exibições do filme com a presença ao vivo de elenco e equipe durante a sessão, como já ocorreu com Harry Potter e o Enigma do Príncipe e Sherlock Holmes.

QUALIDADE DE REPLICAÇÃO

Um dos atuais temores dos colecionadores de Blu-ray no Brasil é a qualidade de impressão nos discos. Eu indaguei Alfredo Gallinucci sobre isso, especificamente o caso de Avatar, e ele me disse que a forma, qualidade e conteúdo dos discos que eles replicam são todos de responsabilidade dos estúdios. Eles produzem o que lhes é encomendado. Particularmente sobre o caso da impressão do disco de Avatar, ele me disse que o processo de impressão que eles utilizam é o Offset. Eu não tenho conhecimento nesse assunto, mas quando fui pesquisar a respeito aprendi que é um dos métodos de impressão mais utilizado atualmente e que permite grande qualidade. Isso me deixou na dúvida, já que a qualidade de impressão no disco nacional de Avatar é obviamente menor do que no exterior, como já mostramos aqui. Mas descobri também que por ser um processo baseado na repulsão tinta-água, pode-se usar menos ou mais tinta nessa conta. E aí é apenas uma inferência minha, mas creio que eles podem reduzir a quantidade de tinta no processo para reduzir custos, o que acaba reduzindo também a qualidade. Vale notar que esse processo já é ecologicamente correto.

PREÇO

Mais uma coisa que fica nas mãos dos estúdios. O preço final não cabe a eles decidir. Mas explicaram alguns dos porquês do Blu-ray ser mais caro que o DVD. Pra começo de conversa, todo BD tem que estar registrado na ISAN e na AACS para ser produzido, que são entidades que cuidam da segurança e anti-pirataria desses títulos. Cada registro sai por volta de mil dólares (Cá entre nós, esse não me parece um bom motivo). Em segundo lugar, o alto custo da mídia, que só possui dois fabricantes no mundo. Todos os processos de produção também são mais caros, além da demanda que ainda é baixa para que preços como os do DVD possam ser praticados.

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Curiosidades:

  • Em comparação com o DVD, um disco de BD sai cerca de 5 vezes mais caro para ser produzido.
  • A tiragem mínima para a Microservice produzir um Blu-ray é de 1.000 discos.
  • Os discos são prensados, e não gravados.

O vídeo abaixo mostra o processo de produção de um disco Blu-ray:

AUTORAÇÃO

Indaguei-os a respeito da autoração de Blu-rays no Brasil (algo que muitos andam temendo). A Imagem e a Europa Filmes, como sabemos, já o têm feito. Mas no caso dessas, as notícias sobre qualidade não são muito boas. Entre as majors, a Warner já está fazendo alguma coisa por aqui. A Fox, por exemplo, só importa por enquanto. Essa decisão de autorar os discos no Brasil depende exclusivamente do custo-benefício, que por enquanto tende a ser maior trazendo as autorações do exterior.

Os representantes da Microservice também foram indagados sobre a vida útil desse novo formato, se ela já não estaria muito reduzida em vista das maiores capacidades de armazenamento de discos que são divulgadas quase que diariamente. O pensamento deles é muito parecido com o meu. Christiann Ferreira disse que uma nova mídia, uma nova capacidade de armazenamento, vem da demanda do consumidor. O Blu-ray surgiu justamente porque nós queremos TVs cada vez maiores. Com isso, a qualidade da definição teve que aumentar. Sobre armazenamento, ele bem apontou que atualmente a média de espaço de um pen drive é de 8GB. Ou seja, atualmente é mais ou menos isso que o consumidor demanda de um dispositivo portátil de armazenamento. O Blu-ray atual suporta até 50GB. O que é mais do que suficiente para nos entregar filmes em definição condizente com os maiores televisores disponíveis no mercado. Sem esquecer que a maioria de nós ainda nem tem um televisor desses. Portanto imaginar que o Blu-ray “não colou” é no mínimo inocência.

Encarado com uma mídia complementar pelos próprios fabricantes, fica muito claro que nós colecionadores fazemos parte da linha de frente dessa mídia que segundo eles só poderá ser chamada de “popular” daqui uns 4 ou 5 anos.

Talvez muitas perguntas não tenham sido respondidas, ou novas tenham surgido, mas o canal está aberto. Fiquei com uma boa impressão da Microservice (o que não quer dizer que a qualidade de impressão passará batida :P). Mas eles parecem estar bem comprometidos com o sucesso do formato aqui no Brasil. Espero que isso se concretize.

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Sobre o autor

Felipe Fonseca começou sua amada coleção de DVD em 2002. Desde então vem cultivando sua coleção com muito carinho, buscando qualidade de som e imagem, assim como belas embalagens sempre que possível. Entrou para o mundo do Raio Azul em julho de 2010, com a épica compra do seu PS3. Acompanhe o Canal do Fonseca no YouTube.
  • dantelles

    Excelente matéria Felipe, parabéns!

  • Muito bom, tira todas as dúvidas que havia sobre Blu-ray! Parabéns pela matéria!

  • Que matéria fantástica…Informativa e esclarecedora,Parabéns Felipe!!!

  • Pingback: Tweets that mention BJC na Microservice! | Blog do Jotacê -- Topsy.com()

  • Nossa excelente matéria mesmo, fiquei até triste quando acabou rs, parabéns felipe.

    • Hehehe muito obrigado, Tato! Fico feliz em ouvir isso! 🙂

  • Muito boa a matéria, valeu!

  • brunofm

    Parabéns Felipe, ótima matéria, tomara que a qualidade da Microservice melhore um pouco, a diferença na qualidade é notável. Bela experiência que você teve, fico imaginando o quanto deve estar louco para entrar no mundo azul, espero que seja em breve com seu PS3 e a Full HD, o home theater acho que pode ser depois e aos poucos, pois esse sim é muito caro. eu por exemplo nem tenho um para HT próprio p/ bluray ainda, mas já dá pra aproveitar bastante. Acho que o importante é dar o pontapé inicial, mesmo que a tv seja só HD e o player tectoy já ira notar uma boa diferença. Claro que é melhor começar com uma TV já boa e um player bom, mas se for demorar muito não sei se compensa. Talvez um player por 250 ou 300 reais como um sony que tem no fórum e uma TV boa não muito cara como uma que vi hj (só HD) por menos de mil reais seria uma boa. Depois vc vende, coloca no quarto, mas pelo menos já ia poder ir aproveitando. Começar totalmente preparado pode ser uma boa também, vai de cada um.

    • Hehe Valeu, Bruno!

      Atualmente eu me sinto com um diabético tendo que trabalhar numa doceria! xD

    • Peeeeeer ai: que player SONY por 300 reais?!?!?!?! eu quero!!!

  • Felipe e Amigos do Blog do Jotace, foi um prazer receber vocês na Microservice. Somos apaixonados por Blu-rays como vocês, acreditamos muito na mídia e temos certeza que ela tem sucesso garantido no Brasil.
    Excelente matéria, abç

    • Obrigado pelo seu comentário Chris! Estamos juntos no mundo azul! 😀

    • Obrigado, Chris! 😉

  • Ótimo post.
    BD com home theather é outra coisa, um BD com home é praticamente indispensável.

  • Ótimo post Felipe, bastante informativo e deixando todo mundo cada vez mais inteirado da tecnologia Azul.

    Keep going!

  • Ótima matéria, muito esclarecedora, gostei muito do vídeo explicativo, foi muito interessante.
    Continue com esse tipo de matéria, são muito bem-vindas!

    E concordo que mil dólares do registro lá não justifica preços altíssimos, ganância explica =P

  • Muito legal, eu moro aki do lado.. e não fiquei sabendo do evento!
    vou tentar participar
    =]

    valeu pela matéria!

    • Foi um evento pra imprensa. 😉

      • Eu liguei lá.. e falei com o rapaz do marketing..
        ele disse isso pra mim..
        =/

        mais naum desisti, minha empresa trabalha com mídias, para divulgação de alguns vídeos, e agora estamos adotando a questão HD, e quem sab, venha ser com a microservice, que adotemos essa nova mída, trampo com editoração de videos de jogadores de futebol.
        E imagens em alta definição, estão sendo tendência e necessidade de mercado!
        =]

  • Uma das matérias mais informativas que o BJC já fez, respondeu muitas dúvidas que eu tinha. Parabéns mesmo, Felipe. Só ficou uma: Se o BD é mídia complementar e eles sabem que estão lidando com um consumidor de maior poder aquisitivo, porque os lançamentos são tão simples e básicos, como o Jotacê já mencionou antes?

    Outra coisa a se comentar: Se já tem BD sendo vendido a 39,90 e 49,90 custando 5 vezes mais, imaginem a margem de lucro que os caras tem com o DVD. Chega a ser obsceno… :@

    • Valeu Grim!

      Sobre a primeira dúvida, ela tem que ser respondida pelos estúdios, pois como foi explicado são eles que decidem os formatos do lançamento. Nossa cobrança tem que continuar grande em cima deles.

      Sobre o outro comentário, de fato, podemos ver o quanto há de lucro. Mas não sei se aí estão considerados os impostos que chegam até nós.

      • Será que o imposto pro DVD é maior do que pro BD? Seria a única desculpa para cobrar o mesmo valor pelo produto final. Mas acho que por serem produtos do mesmo gênero, a aliquota é a mesma. ACHO! 🙂

        • Acho que a questão vem dos DIREITOS, IMPOSTOS e afins…
          Um lançamento em DVD é caro, porque acabou de sair, precisa pagar os custos e tudo mais.
          Existe um lucro alto, concordo, mas não deve ser tão alto assim (ou talvez seja, vai saber)

          E tem que ver que o Blu-ray no lançamento é caro também, catalogo é outra história hehe

  • Mandou bem na matéria Felipe!!

    deve ter sido legal conhecer a Microservice de perto e ter o conhecimento do seu funcionamento.!

    Parabéns!!

    • Valeu, Rodrigo! Foi muito bacana mesmo. Quem sabe da próxima vez não conheço a fábrica, em si. 🙂

  • excelenente materia, a seção de curiosidades e os gráficos têm coisas que eu nem imaginava.

    e aproveitando, voces não podem fazer uma materia sobre os home theaters de alta definição? estou pensando em comprar um, mas não encontro informaçoes ou sugestões em lugar nenhum.

    flws

  • Ótima matéria, parabéns pelo post, muito esclarecedor.

  • Mauro70

    Felipe, neste encontro não tinha ninguém da Universal ????? Aí vc podia dar um cascudo nele em nome de todos os colecionadores de blu ray !!!!!! ainda o vídeo começa com um filme da própria Universal não vendido por aqui !!!!!!

  • Eu não acho que seja uma mídia especificamente complementar. Eu acho que, assim como o DVD no início de sua vida, ela é sim complementar, mas com o tempo será substitutiva. No caso do BD, é claro, será substitutiva após um período maior de tempo que o DVD, pois como foi dito, exige outros equipamentos novos além do player.
    Isso porque, cedo ou tarde, quem for comprar TV será praticamente obrigado a comprar uma LCD ou plasma, pois as de "tubo" estão desaparecendo. Aí, com o tempo, só faltará mesmo o player para a maioria dos consumidores. Então, vai demorar mais que para o DVD, mas será substitutiva sim, na minha opinião.

    • É que em termos comerciais, 4 ou 5 anos é uma eternidade, principalmente para equipamentos eletrônicos. Mas acho que uma hora vai acontecer o que você escreveu.

    • O problema, é que as coisas estão evoluindo rapidamente…
      Acredito que quando todos tivermos TVs HD, HTs e BD Players e o formato for o BD, surge o novo formato e começa tudo de volta…

      É algo em constante atualização…

  • Olymphat

    Parabéns pela matéria, Felipe. Excelente, muito boa mesmo.
    Fiquei um pouco curioso com o seu comentário: "Fiquei com uma boa impressão da Microservice ". Se eles (Microservice) não deixassem uma boa impressão em um evento para expor uma nova mídia, eles poderiam fechar a porta e mudar de ramo. Pelos seus comentários, no meu ver, fizeram o que tinham de fazer.

    • Hehe Mas nem sempre as empresas deixam uma boa impressão. E aqui no BJC há vários artigos que servem como exemplos disso. 😉

  • Felipe,
    PARABÉNS!
    Matéria muito bem escrita, informativa, com gráficos…
    E o vídeo sobre a produção dos disquinhos, é show! Mas: …" recebe o material gráfico, como capa e encarte…" Encarte?! Que encarte?! :p

    Ficou muito bacana!!! 😀

    • (escrevo de novo porque aparentemente o IntenseDebate comeu minha mensagem anterior)

      Obrigado Helena!

      E é verdade. Encarte é artigo em extinção. hehehe

    • Hellen,
      Deixe-me tentar ajudar. Encarte para nós é o termo utilizado para o material gráfico "insert", ok? espero ter ajudado. Abç

  • Legal o passeio pela fábrica de lixas, digo, digo.

    • Hahahaha que mancada, Fabio. As "lixas" são da Videolar. Mas espero poder ir lá e responder várias questões com eles também. 😉

  • Muito interessante a matéria! Fica evidente que são as produtoras, e não as fabricantes, as responsáveis por dvds e Blu-rays de baixa qualidade!

    • Valeu Igor!

      Pois é. E não é querer proteger a Microservice, Videolar ou qualquer outra replicadora, mas o cliente é quem manda, em qualquer tipo de negócio. Se eles quisessem produtos de maior qualidade, certamente as replicadoras seriam capazes de fazê-los.

  • aborcsp

    Só um esclarecimento acerca da impressão off-set:
    Numa comparação mais simplificada e de maior compreensão, elas funcionam de maneira parecida com as impressoras jato-de-tinta vendidas no mercado.
    Com a diferença de q uma impressora/rotativa off-set pode ter o tamanho de uma casa!
    São máquinas q tem q ser calibradas para cada serviço de impressão, tanto no quesito da paleta de cores qto na proporção da mistura corante/água.
    Felizmente para as produtoras e infelizmente para nós, a Microservice oferece essa opção com mais água, menor definição e de custo mais baixo na impressão.
    A impressão da Microservice seria como a impressão de jornais/revistas locais/regionais em comparação com os jornais/revistas de circulação nacional.
    Ou seja, é aceitável mas não é o ideal.
    Os altos impostos brasileiros não justificam esse procedimento, mas contribuem para esse tipo de situação, visto q o objetivo final das produtoras é o lucro.

  • Só tem 2 coisas que me deixaram encucado:

    1) Se a maldita Microservice fabrica o estojo no Brasil, PQ DIABOS TEM QUE TER A P*RRA DO BURACO CATA PÓ?
    2)Nada melhor do que fazer uma apresentação sobre Blu-ray, colocando, em sua maioria, trechos dos filmes da Universal, que com certeza é a maior motivadora do formato… na Polônia.

    No resto, ótima matéria, Felipe! Bom que ratificou algo que comento a algum tempo com meus pais: Home Theater é essencial!

    • Valeu, Igor!

      Continue enchenco o saco deles!! hehe Mostre a matéria para eles. E dica: baixe uns trailers irados de filmes em no mínimo 720p e coloque para eles assistirem, com o som do PC bem alto. Vá convencendo-os do poder da Alta Definição. 😉

      • Rapaz, eu já sou taxado de surdo pq liguei a saída de audio da Tv no Som, então vc imagina como é a burocracia e polêmica quando eu falo em Home Theater!
        Sobre a imagem, já deixei minha mãe embasbacada semana passada, quando mostrei trechos de Branca de Neve no PS3, que foi o melhor investimento que eu fiz com o salário de merlin de estagiário que eu recebia, e como eu sei q vc já possui mts títulos em BD mas não aparelho, compra logo o PS3, que vc não vai se arrepender!
        Como tenho que deixar uma grana pra emergência, só consegui convencê-los da necessidade uma nova TV. Quem sabe num saldão pós-copa, consigo emendar um HT uma Tv, né?

  • Acho que pra pessoa que está entrando no mundo da Alta Definição, o home theater pode ser pensado um pouco depois, mas a matéria ficou muito boa.

    • Valeu, Dudu! Sem dúvida. Vai do bolso, né? Eu mesmo, não tenho nadica de nada disso. :'( Mas sem dúvida um HT faz diferença na experiência. 🙂

      • Bem, eu tenho meu HT/DVD combo 5.1 da Philips com 700 W RMS. Acho que já ajuda, né? Papai Noel vai me dar um BD, tenho certeza!

        • Ho-ho-ho!!! Mas só se você for um menino comportado! 😀

      • DuduDigital3D

        Eu também não tenho um HT, mas acho que devo ver um no fim do ano, mas vê se já adianta e compra alguns títulos.

  • Que surpresa boa essa matéria !

    Gosto bastante da parte técnica, e achei muito interessante a parte de registro e "codificação" de um Blu-ray.

    Com tanta sofisticação, alguém arrisca um palpite de quando alguém vai conseguir quebrar a encriptação dessa mídia ?

    • Já foi quebrada ano passado, se não antes hehe

      • Como ando desinformado!
        Realmente um pesquisa rápida no google, mostrou que um hacker de nome "muslix64", quebrou a proteção anticópias em 2008.

        A título de curiosidade, a criptografia do DVD, foi quebrada em 2000 por um garoto norueguês de 16 anos.

  • Belo Post. Parabens!!!

  • Parabéns Felipe, excelente matéria, muito bem escrita com gráficos, vídeos e bem informativa. Uma das mais completas que já li, aqui, no BJC.

  • Ótimo Post! Não adianta os Caixistas (fanboys do Xbox) dizerem que o futuro é a distribuição digital e que o Bluray nasceu morto. Sempre haverá os colecionadores que gostam da mídia física! E nisso a Sony acertou em cheio com o PS3. O Bluray é o sucessor do DVD e ponto!

  • RiderJeff

    Muito boa a matéria. É sempre bom conhecer os bastidores das empresas responsaveis pelo home video no Brasil. Só comentando em relação a Fox: Espero que eles sempre optem pelo conteúdo autorado lá fora, pois cansei de ver DVDs sem trilha DTS quando no exterior tinha. Tenho medo de se eles forem autorar aqui, ficar faltando alguma coisa… :S

    • Jeff, A Imagem Filmes está autorando aqui e colocando o DTS-MA, então só depende mesmo da vontade do estúdio de colocar ou não a trilha DTS !!!!

      • esse é exatamente o problema, a vontade

    • RiderJeff, no casos dos BDRMV (Padrão de Blu-rays para Filmes) o DTS é mandatório, ou seja, mesmo que seja autorado fora ou no Brasil sempre vai haver uma trilha com DTS.
      Abç

  • Excelente matéria, parabéns!!!

  • Nada do que eu escreva aqui irá ser diferente do que todos já escreveram, mas preciso dar os parabéns ao Felipe e ao BJC pela matéria. Esta deveria estar em todos os jornais e revistas, especializads ou não.

  • Parabéns pela matéria Felipe!!!!
    Legal ver o "outro lado" da Microservice!
    Mas essa do "fazemos o que o cliente pede" se encaixa em relação a embalagem, pois já vimos NO PASSADO a Microservice fazendo edições bacanas. Agora a impressão do disco não tem desculpa! TODOS os discos da Microservice, desde SEMPRE, são inferiores à Videolar. Além claro da impressão das capas dos filmes, que em vários casos são borradas e que lembram impressões piratas.

  • Luís Fernando

    Eu gostaria de ver um filme em Blu-ray…. Talvez demore um tempo, mas espero que um dia eu possa desfrutar dessa nova tecnologia!
    Parece ótima e muito eficiente!

  • Caio_

    hoje em dia a classe média já pode ter um aparelho de blu-ray e uma tv de alta definição razoavél.

    agora o home theater é complicadaço, já ouvi falar que esses equipamentos vendidos em lojas de departamentos não são apropiados.

    http://www.nocudasgravadoras.blogspot.com/

  • Ricardo Sócio

    Felipe,
    Beleza de matéria. Muito bacana mesmo, com bastante material multimídia.
    Parabéns.
    E gostei desse negócio de sermos “a linha de frente” do Blu-ray!

    Abraço

  • Fico feliz em saber que blu-ray tá crescendo. Já conversamos várias vezes, do VHS para o DVD foi uma diferença absurda porém, do DVD para o BD não é. Ainda que os BDs sejam superiores, para 85% da população ou mais, o DVD é muito mais que o suficiente. Por mais que os aparelhos de bds estejam cada vez mais acessíveis, para esses 85% ainda é um gasto postergável. Creio que seja necessário mais propagandas informativas, melhores preços, etc…. por enquanto BD ainda é para poucos…. Excelente matéria!

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