Blu-ray resenha – 2010: O Ano Em Que Faremos Contato
Baseado na obra de Arthur C. Clarke escrita em 1982, o filme “2010: o ano em que faremos contato” (subtítulo que não estava presente na obra nos cinemas) é a primeira sequência do insuperável “2001: Uma Odisséia no Espaço”. O filme foi lançado pela Warner em Blu-ray no final de 2009 no Brasil, numa edição que já estava mais do que na hora de aparecer por aqui (é o mesmo disco da edição lançada nos EUA).
Sobre a edição:
Em DVD existe uma edição mequetrefe de setembro de 2000 em camada simples e não anamórfica, agora compensada por um BD de camada dupla que é obrigatório para quem é fã de ficção científica, mas nada descomunal em termos de apresentação ou extras (o que é uma pena).
Sobre a imagem:
O disco tem bit rate médio de 31,18 Mbps, resultando numa boa imagem (ainda por cima se formos considerar as autorações da Warner), com cores mais vibrantes e mais verdadeiras que no antigo DVD.
Mais imagens no Cinemasquid
Sobre o áudio:
O áudio original está em Dolby True HD, opção da Warner que tem uma qualidade considerável sendo, sem dúvida alguma, a mais envolvente do que qualquer outra versão anteriormente lançada. Como 2010 é um filme de 25 anos de idade, os efeitos são discretos e sem muita profundidade. Ainda está presente uma trilha Dolby “normal” 5.1 em inglês (?) e o áudio em português (mono) entre outras.
Sobre os extras:
“A Odisséia Continua” é um making de 9 minutos em SD não muito profundo mostrando alguns detalhes de como os efeitos especiais foram construídos pela equipe, introduzidos pelo autor Arthur C. Clarke (curto mas vale a pena ser visto). O trailer de cinema também está em SD. Nenhum dos dois extras possui legendas em português.
Ficha técnica:
Região: LIVRE
Duração: 1:55:54.989
Tamanho total: 28060464292 bytes
Filme: 27107850240 bytes
Bitrate: 31,18 Mbps
Capítulos: 32
Estojo: Blu-ray Case
Formato de tela: 2.35:1
Resolução: 1080p
Video codec: VC-1 Video
Trilhas de áudio:
Inglês Dolby TrueHD 5,1 (48 kHz / 16-bit / 1408 kbps)
Inglês Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Francês Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Alemão Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Italiano Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Japonês Dolby Digital 1.0 (192 kbps)
Português Dolby Digital 1.0 (192 kbps)
Castelhano (espanhol) Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Espanhol (América Latina) Dolby Digital 2.0 (192 kbps)
Legendas:
Inglês, francês, espanhol, dinamarquês, holandês, finlandês, alemão, italiano, norueguês, português, sueco
Extras:
Featurette: A Odisséia Continua (9:20 em SD) e Trailer de Cinema
Áudio dos extras: Dolby Digital Inglês 2.0
Legenda dos extras: Inglês, Espanhol, Francês, Alemão, Italiano (apenas selecionando informações especiais)
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2010 o ano em que eu farei contado com o BD (não resisti)
Sobre a edição pena que os extras estarem sem legenda apesar de não serem grande coisa… esse filme pra mim é indispensavel em BD!
Haha Boa Rogercg! Espero que eu faça contato também com ele este ano!
Idem pra mim, apesar que tenho UP combo desde 29/12/09 mas ainda falta o player ;D
O que me preocupou foi o forte noise apresentado na imagem do filme…
Mas considerando o baixo bitrate e provavelmente o filme não teve tanto tratamento como outros filmes antigos como vemos, é aceitável…
Achei a edição meio chulé… 2?! extras? Sinceramente, ridículo…
O bitrate não é baixo. Blu-Ray aceita um máximo de 40 Mbps. Realmente tem bastante noise e não me parece uma característica da película, infelizmente. Parece que não houve nenhum trabalho pra restaurar a qualidade original do filme. Filmes mais velhos, como os de 007 por exemplo, possuem um bitrate menor mas foram tratados pra apresentarem a melhor qualidade possível de imagem sem descaracterizá-la em relação à película.
Blu-ray aceita 50mbps, podendo haver picos de até 60mbps…
Uma média de 31mbps é baixa sim =/
Eu agradeceria muito se você pudesse me mostrar a fonte que corrobora esta afirmação.
Bitrate
For users recording digital television programming, the recordable Blu-ray Disc standard's initial data rate of 36 Mbit/s is more than adequate to record high-definition broadcasts from any source (IPTV, cable/satellite, or terrestrial). BD Video movies have a maximum data transfer rate of 54 Mbit/s, a maximum AV bitrate of 48 Mbit/s (for both audio and video data), and a maximum video bitrate of 40 Mbit/s. This compares to HD DVD movies, which have a maximum data transfer rate of 36 Mbit/s, a maximum AV bitrate of 30.24 Mbit/s, and a maximum video bitrate of 29.4 Mbit/s.[60]
Fonte: WikiPedia http://en.wikipedia.org/wiki/Blu-ray_Disc
Pode sim haver picos maiores do que os limites, mas um filme constantemente num bitrate altissimo = impossível.
Alguns filmes em IMAX, com codec MPEG-2, possuem bitrate de 40mb/s
Fonte: http://forum.blu-ray.com/showthread.php?t=3338
Acho que você está confundindo a taxa de transferência de dados do BD com o bitrate do vídeo em si. Pela taxa de transferência é necessário pesarmos não só o áudio e vídeo mas também os menus, os recursos interativos, etc.
No JotaCast você pode ouvir mais sobre isso…
Tem pessoas que sabem explicar melhor do que eu =X
Antes que perguntem, sim sou fã de kubrick, tenho tudo dele, até mesmo o ultimo livro com roteiro e tudo mais dele "Napoleon: The Greatest Movie Nerver Made", ele é pequeno, só pesa 7 quilos, hauahuahauaha, comprei na amozon, se quizerem e jotace deixar eu mando fotos e resenha para ele postar ak no blog, ae vai o link no site da editora TASCHEN e na AMAZON:
http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/film/al…
http://www.amazon.com/Stanley-Kubricks-Napoleon-G…
Antes que perguntem, sim sou fã de kubrick, tenho tudo dele, até mesmo o ultimo livro com roteiro e tudo mais dele "Napoleon: The Greatest Movie Nerver Made", ele é pequeno, só pesa 7 quilos, hauahuahauaha, comprei na amozon, se quizerem e jotace deixar eu mando fotos e resenha para ele postar ak no blog, ae vai o link no site da editora TASCHEN e na AMAZON:
http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/film/al…
http://www.amazon.com/Stanley-Kubricks-Napoleon-G…
Marco, seu 1º texto possui diversas informações erradas.
Em primeiro lugar, Clarke não escreveu 2010 por pressão nenhuma (de onde você tirou isso???). Na verdade ele nunca quis escrever uma continuação para 2001, mas o conto de um brasileiro (Jorge Luiz Calife) propondo uma continuação, reforçado pelas informações que a sonda Voyager enviou à NASA na época, logo que alcançou a órbita de Júpiter, o fizeram mudar de idéia.
Eu entendo a revolta de vocês e concordo que o filme ficou muito aquém do clássico de Kubrick. Mas eu gostei bastante do livro de Clarke – é meu preferido. Possui um enredo bem mais "leve" que 2001, embora igualmente cheio de idéias originais e previsões bastante acertadas (como a URSS ser aliada dos EUA e a China se tornar uma super-potência). Isso que ele foi escrito ainda em plena Guerra Fria!!! O problema é que Hyams alterou justamente esses elementos da história para deixar o roteiro com uma motivo a mais de suspense e tensão. Não precisava. O livro de Clarke já possuia esses ingredientes na medida certa.
E mais um engano seu: Clarke escreveu outras 2 continuações apenas (2061 e 3001) e TODAS foram lançadas no Brasil.
Apesar de não ter recebido um melhor tratamento em BD, eu recomendo o filme prá quem é fã de FC. Já encomendei o meu na Amazon.
Bela edição, mas como fã de Kubrick devo dizer: NÃO COMPREM! Esse filme é uma afronta ao idealismo e obra de Stanley Kubrick. Enquanto 2001 foi escrito por Kubrick e Clarke (engana-se quem pensa que Clarke escreveu sozinho, ambos escreveram juntos, o livro e filme foram lançados em mesma data e ano, e o acordo era que no filme se citaria o nome de Kubrick e no livro o de Clarke) 2010 foi uma continuação escrita rapidamente por Clarke que sob pressão da Warner que cobrava um contrato antigo que ele tinha assinado com a mesma que previa um roteiro qualquer, só que depois do tremendo sucesso de 2001 eles queriam mais, Kubrick negou, já estava penetrado no seu trabalho nunca terminado "Napoleon". Clarke escreveu o roteiro/livro só, sem autorização de kubrick (e nem precisava, devido ao acordo anteriormente citado). Sem Kubrick, a Warner pegou o primeiro diretor que tinha na frente, no caso Peter Hyams. Nem preciso dizer que o filme foi um fracasso, a bilheteria arrecadou menos do que o custo de produção. Na época até a NASA emitiu uma nota descrevendo os defeitos no filme em relação a realidade conhecida do espaço, como na cena em que a nave "freia" com um paraquedas gigante no espaço. Além do mais os planetas destino de 2001 e 2010 não convergem. Clarke para se retratar teve que escrever mais 4 livros, não lançados no Brasil, que citam o capítulo anterior como "uma realidade alternativa" fazendo assim 2001 ter uma coletania de 5 livros e não 6 (no caso 1, 3, 4, 5 e 6). Durante uma entrevista para a impressa em processo de lançamento de "Full Metal Jacket" Kubrick disse "Isso só prova o quanto a humanidade está longe de compreender a essência. 2001 só vai se fazer entendido no ano em que a humanidade parar de olhar pro espaço em busca da verdade e olhar para si e buscar a paz de espirito. E creio que esse tenha sido o unico erro que cometi no filme, ao dar o título de 2001, pois não creio que estejamos tão próximos de descobrir isso.". Já em outra entrevista, de Clarke, ele disse "é impossível traduzir ou explicar ou compreender 2001, é sem resposta, é um enigma como a mente de Kubrick, Eu mesmo que ajudei a construir essa obra só entendo uma coisa, e isso porque Kubrick me disse uma vez, durante a premier 'o copo representa o corpo, a agua a alma, e veja como é bela a poesia, o copo quebra, assim como o corpo morre, mas a mente está lá, intacta, assim como a agua que corre pelo chão…' ".
Concordo, 2010 não tem sentido de existir. Seria como aquele Titanic 2 do YouTube virar realidade – Jack congelado volta à vida nos dias de hoje- engraçado para um video, um fiasco para um filme.
Belo Post, porém creio que não teria esse filme comprei o filme “2001: Uma Odisséia no Espaço”
e achei um desculpe a palavra um saco assisti, um filme arrastado, as imagens são belissimas, e a trilha sonora maravilhosa, esse foi um dos motivos que me fizeram comprar esse filme, ja o filme em si, apesar da qualidade técnica achei uma porcaria e não me diverti nem um pouco assistindo, pelo contrario fiquei com sono assistindo o filme durante o dia, depois de uma bela noite de sono….já com esse filmeque o post está tratando, ainda não assisti, vou alugar se gostar do filme compro…caso isso não aconteça, por mais que o filme seja conhecido, o item primordial pra entrar na minha coleção é eu gostar do filme.
Woody Allen também achou um saco quando assistiu na primeira vez. Mas anos depois ele assistiu outra vez e achou uma maravilha de filme. Na terceira vez confirmou: Kubrick é um genio. ( tem esse relato no filme biografico do Kubrick ). Também fiquei perdido na primeira vez, e achei o final muito bizarro. Quando assisti pela segunda vez achei aquela passagem do HAL9000, GENIAL. Na terceira já sabia que o monolito era o proprio deus, delimitando os limites da humanidade, na terra, lua e jupiter ( ironicamente, ou não, o nome de jupiter no grego é zeus, deus dos deuses)… Já assisti umas 10 vezes.
Pode até ser…se eu assistir pela segunda vez eu ache a experiência mais agrádavel do que a primeira, vou tentar fazer isso, aliás com um dos filme que mais gosto aconteceu isso, no caso o filme o "Senhor dos Anéis – A sociedade do Anel" quando assiti pela primeira vez não gostei muito(com 2001 achei mai chato ainda) depois assisti a sequencia, o segundo filme da trilogia achei maravilhoso e fui assistir novamente o primeiro filme, acabei gostando e gostando muito…vou tentar assitir "2001" novamente quem saiba eu me animo em comprar "2010".
Independentemente de você gostar ou não de 2001 – dê um tempo e reveja o filme daqui a alguns anos; certamente você há de mudar sua opinião – encare 2010 de forma independente. Eu acho que você não irá gostar, então procure assistir primeiro antes de investir seu dinheiro num título que talvez fique encostado na coleção.
boas…interessado em trocar de links nos blogs???
Reassisti esse filme recentemente, pra inaugurar o BD player. Infelizmente não tenho como verificar a questão do noise (ainda estou com uma TV de tubo), mas achei muito boa a qualidade de som e imagem (comparando a um DVD). Infelizmente a quantidade de extras é minúscula; o making of é claramente uma produção da época em que o filme foi feito; deveriam ao menos colocar mais material suplementar. Obviamente recomendo comprar lá fora: o produto é o mesmo, mas o preço…
E não dá comparar 2010 com 2001; enquanto este é uma obra-prima em todos os seus aspectos, aquele é um filme extremamente convencional (com direito a final feliz e tudo) e totalmente impregnado com o clima de sua época. Posto assim, dêem uma chance ao filme de Peter Hyams; não é um filme ruim, somente não atingiu as expectativas.
O filme 2001 foi eleito o melhor filme de ficção científica de todos os tempos (por diversas votações, de público e crítica) então não há nada mais que se possa falar sobre a obra. Já a continuação é uma boa diversão, e só. Tenho 2001 em dvd (o primeiro, simplex comprado assim que tive aparelho de dvd, e o segundo em edição especial comprado no ano passado) e comprei recentemente o BD que é um show. O segundo tenho somente na edição simplex, mas não me animei a comprar em BD, quem sabe em uma super promoção, talvez. O filme é legal e tal, tem bons atores (adoro o John Lithgow de Third Rock from de Sun) mas não tem uma estória tão boa quanto a do primeiro filme.
Jotacê, onde você encontra informações de bit-rate, tanto de DVDs quanto blu-rays?
Eu coloco no PS3 e aperto "select", vc ve td, bitrate da imagem, tipo e formato de video (o utilzado pela disney por exemplo é AVC, tipo e qualidade de audio, tudo, frame por frame é atualizado as informações.
Obrigado Marco, mas nao tenho PS3. Acho que o JC deve achar essas informações em algum site.
tem no site blu-ray.com
Vejo os reviews no Blu-ray.com, mas lá não tem informações de bit-rate, que é o que estou procurando uma fonte. De qualquer forma, obrigado.
Tavaresbe
Lá no AVS Forum
Sempre tem um scan dos discos com todas as informações
Abs

Agora tu falo. Valeu!
boa edição, porém filme HORRÍVEL…
Como já tenho o dvd e o blu-ray não possui grandes atrativos, vou deixar esse passar! : )
Até hj não entendi final do 2001 direito, mas aquela cena do Hal contra os astronautas é fantástica!!!
Acho que quase ninguém entende esses filmes 2001…eu pelo menos não entendi (therefor, não gostei).
E quem quiser compreender melhor 2001, recomendo ler esses links, é uma matéria muito boa em 3 partes.
http://www.cinemaemcena.com.br/cinemacena/varieda…
http://www.cinemaemcena.com.br/cinemacena/varieda…
http://www.cinemaemcena.com.br/cinemacena/varieda…
Bem, como fã de Stanley Kubrick tenho que dar o eu pitaco. Primeiro, gostaria de recomendar a todos The Stanley Kubrick Archives (http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/film/al… ). Nesse livro, tudo sobre os filmes e vida de Stanley Kubrick estão esplicados. Eu tenho e posso dizer que tudo foi explicado (pelo próprio kubrick, atravez de manuscritos replicados com a autorização da família. O único final não explicado, foi justo o do meu filme predileto, O Iluminado, o que pelo menos para mim continua um enigma.
Mas vamos ao que interessa, 2001. Bem 2001 é sobre a epopéia do homem (alguns falaram "duh! isso eu sei!" mas continuem lendo…). Mas não no sentido de jornada, e sim no sentido filosófico. O Filme é dividido em 3 atos: o primeiro, a aurora do homem, nos mostra a evolução, mas não pura e simples, pelo contrário, o monolito nós ensina algo, não o conhecimento ou algo do tipo, mas a nossa maior aliada: a ferramenta, com ela evoluimos, conseguimos nos sobressair como espécie, saciamos a fome, e conseguimos disputar espaço essencial para nossa sobrevivencia. No salto temporal e genial, do osso para a nave, kubrick resume de forma singela ao extremamente complexo: a ferramenta evolui e o homem também, ambos em conjunto, porém nesse segundo ato: a odisséia, a ferramenta continua a evoluir enquanto nós homens em nossa extrema arrogancia estagnamos em uma etapa, achamos que somos os mais inteligentes, os unicos do espaço, e ao encontrarmos face a face o mesmo monolito que nos ensinou no passado o encaramos diferente, ou melhor, com indiferença, e não mais aquele medo do passado, somos arrogantes, e a mensagem é transmitida para algo (Deus, Aliens?! não sabemos) porém sabemos que é em júpiter. Na odisseia temos um confroto épico o homem versus a ferramenta, em sua forma mais perfeita, HAL 9000. Porém descobresse da pior forma que um não existe sem o outro, ambos se completam. No capítulo final estamos em um quarto, e nele há um pouco de tudo de mais belo e perfeito que o homem fez, obras renascentistas, arquiteturas florentinas, em fim, encaramos a nós mesmos, seja quem for quem tenha nos colocado lá ele nos mostra o como somos voláteis, as obras representam que "rastros" são deixados, pequenas partes de ideias um dia viventes, enquanto isso o corpo padesse, o copo se quebra, assim como o corpo morre, mas a alma, assim como a agua antes no copo, se espalha e permanece. Assim estamos prontos para encarar nossa última viajem, o close no monolito nos leva ao espaço, e o "bebe universo" mostra o quanto somos idiotas em achar que somos "únicos", não que isso afirme que há aliens, pelo contrário, isso só vem a corrobar a ideia que somos infinitamente burros perante toda sabedoria existente no universo, assim descobrimos que o monolito não representa nem a Deus, nem a Aliens, mais sim a forma mais pura de saber, nos falando que, da proxima vez frente ao saber, não devemos agir de forma impune, não devos ser arrogantes e acharmos que somos donos da verdade, pois há ainda muito mais para aprendermos nesse "mundo"
muito boa a sua explicação. sempre tive dúvidas acerca do monolito. encarando-o como fonte de saber infinito, fica coerente. mas e as estrelas no monolito ( david bowman fala : “my god, is full of stars…”) ?
quanto à aurora, sempre uso os primeiros 25 minutos de 2001 quando inicio um semestre para novas turmas nas faculdades onde dou aulas. os alunos sempre ficam muito sugestionados com a cena do osso virando nave.
mas gostei muito de 2010. Vejo 2001 como uma obra de arte, e 2010 como um filme pragmático.
cordiais saudações
Ricardo
Eu particularmente também não gosto muito do filme, o acho monótono, porém é inegável que seja um clássico, mas não o considero o melhor dos filmes de ficção científica, considero o filme Alien o 8° passageiro muito melhor, muito mais impressionante e que realmente faz o expectador se sentir dentro do filme, envolvido pelo trama, em um ambiente claustrofóbico; quanto a 2001 não faz sentido você fazer um filme que quase ninguém entenda, que nem o próprio autor entende direito o que ele quiz dizer, porém para os colecionadores é ítem obrigatório!
Engraçado.
Li o livro 2010 antes de ver o filme e fiquei decepcionado ao descobrir a película não aproveitou nem 50% da idéia de Clarke.
Eles tinham tudo para fazer um filmaço! : (
Ainda vou comprar este BD